Rule of Rose (PS2)


Gênero: Survivor Horror

Ano: 2006

Desenvolvedora: Punchline

O enredo se passa na inglaterra dos anos 30, Jennifer, uma garota órfã, esta sentada na janela de um ônibus entretida em seus próprios pensamentos enquanto um garoto alguns bancos a frente lê em voz alta o que parece ser um livro infantil, de repente esse surge ao lado dela e lhe pede para continuar a leitura, Jennifer vê que o livro esta em branco e quando tenta pedir uma explicação o ônibus subitamente pára e o garoto desce correndo, afim de devolver o livro ela vai atrás dele mas o garoto some na escuridão.Quando ela tenta voltar o ônibus parte, sozinha em um lugar estranho, ela não tem escolha a não ser seguir os passos do misterioso garoto.


- Gostaria de começar explicando algumas coisas. Joguei Rule of Rose já a algum tempo e foi só recentemente que decidi fazer uma analise dele (agradeçam ao top 15 dos melhores e piores filmes de terror por isso XP), então para lembrar e ajudar um pouco fiz a boa e velha pesquisa pré postagem. Dentre as coisas que me chamaram atenção nessa pesquisa, a principal foi que a dificuldade de analisa-lo não era só minha, desde o seu lançamento ele tem sido uma espécie de " Ame-o ou Deixe-o", dividido opiniões entre os jogadores. Alguns acham que é um dos melhores jogos de survival horror já visto e não cansam de jogar e discutir inúmeras vezes enquanto outros simplesmente abandonaram nas primeiras horas de jogo (Ambos tem certa razão para reagir desse modo). Sendo assim, a maneira que escolhi para começar foi contar um pouco mais de como descobri esse jogo e depois partir para a analise. A minha descoberta na verdade segue o modelo de algumas outras coisas que postei, nunca tinha visto, lido ou se quer sabia da existência desse jogo, ele veio por recomendação, como bônus em uma antiga promoção e quando tive ele em mãos depois de um rápido teste ignorei por um tempo por não ser bem o que eu esperava de um jogo do gênero, ate que um dia tomei coragem para jogar. Então sem mais delongas, vamos a analise: Começarei pelas qualidades. Duas delas trabalham em conjunto e trazem uma excelência ao faze-lo que de maneira nenhuma podem ser analisadas separadamente, o gráfico e a trilha sonora. A primeira apesar de alguns glitchs é responsável por uma das melhores uniões de aspectos sombrios dos ambientes e detalhes dos objetos vista em jogos do gênero, a segunda é composta apenas por musicas instrumentais clássicas que postas no momento certo aumentam e muito a atmosfera de suspense. Outro destaque vai para câmera que apesar de não trazer nenhuma inovação, segue o estilo dos principais jogos do gênero mantendo a qualidade.  Mas o melhor é sem duvida a historia, que segue a linha do terror psicológico de Silent Hill (e chega a rivalizar com ele nesse quesito). Ela prende o jogador ate o fim e tem uma das melhores tramas que já vi, mas em compensação exige bastante atenção, devido a sua complexidade e a cada pequeno detalhe ser crucial para o entendimento (seja ele um pedaço de papel achado no chão ou uma cutscene inteira) e mesmo assim ja que a historia segue o estilo "tire suas próprias conclusões" você vai terminar sem entender alguns pontos (experiência própria).


Se o post acabasse aqui esse seria um dos melhores jogos do gênero, mas infelizmente não é o caso, ainda falta falar dos problemas, então vamos a eles: A  jogabilidade é o principal. Começando pela própria Jennifer e sua limitações, não estou falando da  maior parte do jogo quando as suas únicas tarefas são explorar o mapa, coletar itens e resolver enigmas, nessa parte ela se sai muito bem (claro que com a ajuda de Brow). Estou me referindo ao combate como um todo, vejam bem  não esperava que ela fosse nenhuma Jill Valentine ou Heather Mason (duas de minhas  favoritas). Mas também não esperava estar diante da mais frágil protagonista de todos os tempos,  ela não tem nenhuma habilidade para combate (quando digo nenhuma é nenhuma mesmo), te obrigando a fugir dos inimigos quando é possível e dar um jeito de enfrenta-los quando é necessário, a coisa só melhora quando se pega novas armas, mesmo que o jogo só possua armas brancas e te obrigue a lutar a curta distancia: (a única arma de fogo que você pega além de ter só uma bala esta atrelada a historia) Elas se dividem entre  armas de curto alcance (picador de gelo,faca e etc) e alcance mediano (machado e espada) sendo essas ultimas as melhores. Em conclusão se você for daqueles que curte um enredo bem desenvolvido a ponto de ignorar a jogabilidade falha, esse eu recomendo.
  • Prós: Historia, gráfico e trilha sonora acima da media.
  • Contras: Se a historia não te fascinar a jogabilidade  te fará parar de jogar em pouco tempo.

Séries de Cómedia que fizeram/fazem diferença

Aqui vai uma lista de séries de comédia que na minha opinião marcaram e ainda marcam épocas, gerações e que continuam vivas até hoje...

PS: Não irá ter desenhos no meio


Família Dinossauro (Dinosaurs)

Todos devem ser lembrar daquelas velhas e emblemáticas frases que o Baby sempre dizia "Não é a mamãe!" e o Dino com "Querida, cheguei!". Família Dinossauro mesmo sendo uma série com destaque para o público infantil por causa de suas fantasias, ambientes e sátiras, conseguiu agradar também os mais velhos devido a abranger temas sobre a população de classe média, com situações sobre seus trabalhos, estudos e dia a dia mas nunca perdendo o seu senso de humor. Mesmo tendo um encerramento da série com um final bem trágico (lógico que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde) não nos faz esquecer quanta diversão nos foi proporcionado com eles.

PS: A voz de Dino na versão dublada é bem semelhante da versão em inglês (original), excelente trabalho de quem fez essa seleção.


Um Maluco no Pedaço (The Fresh Prince of Bel-Air)

Considero uma das séries mais importantes feitas até hoje, não apenas devido as milhares de cenas de comédia mas também como uma reflexão de como era a época nos EUA, o quanto era difícil para as pessoas negras conseguirem espaço entre os brancos. Sem mencionar que foi através dela que surgiu uma das maiores estrelas atuais, Will Smith. Foi bem merecido os seus inúmeros prêmios que ganhou enquanto foi exibida, e o mais importante, em praticamente toda cena tinha algum humor, mostrando que para se fazer sucesso não era preciso apelar para palavrões ou pornografia.

PS: Mais outra grande tradução do título para Pt-Br ahhuahuauha.


Canal Brasil reapresenta série sobre Quadrinhos

Acabei ficando sem internet e era para postar isso antes... É um ótimo programa e que vale a pena assistir para quem gosta do gênero... (Ctrl + C e Ctrl + V do site Zine Brasil)

A partir de quarta-feira (8), o Canal Brasil começa a reapresentar a série “Quadrinhos”, que aborda todo o universo da chamada arte sequencial. O diretor Eduardo Calvet explicou que seus cinco documentários, exibidos pela primeira vez em 2008, mostram o início das HQs brasileiras, ainda no século XIX com o ilustrador Ângelo Agostini, até a atualidade, quando há brasileiros desenhando em revistas famosas nos EUA.


“Do Tico-tico ao Pasquim, do Calafrio ao Menino Maluquinho, do Suplemento Juvenil à Ebal, diversos momentos da história da nona arte brasileira são contados por desenhistas, jornalistas, roteiristas, editores, pesquisadores e críticos de quadrinhos”, explicou Calvet.

São entrevistadas personalidades dos quadrinhos como Ziraldo, Mauricio de Sousa, Angeli, Paulo Caruso, Ivan Reis, Lourenço Mutarelli, Ivan Cardoso, Moacy Cirne, Sidney Gusman, Marcelo Campos, entre outros.

São cinco documentários que passarão todas as quartas-feiras, às 21h. A reprise é no sábado às 11h30.

Ano novo, Postagens and some other things...

Feliz Ano novo, vida nova, muito sucesso, + dinheiro no bolso e etc para todos que estiverem lendo esse post (isso claro se todo mundo quiser XP).Passadas as formalidades típicas dessa data vamos em frente. Primeiro gostaria de dizer que: Me senti quase que obrigado a começar dessa maneira o post, e não só por ser de praxe essa pratica todo inicio de ano mas também por minha ultima postagem ser muito antiga e eu nem passei aqui para deixar aquela mensagem clássica de feliz natal e prospero ano novo ou algo semelhante. Mea culpa pessoal ano que vem prometo postar nem que seja uma imagenzinha piegas só para constar ou então fazer como pensei  agora, postar algo uns dias depois e alterar a data XP


Mas deixamos esses pormenores pro ano que vem certo ? Afinal 2011 começou agora e o próximo feriado é só em março e esse nem precisa de desejos de felicidade afinal ele impõe de certa forma XP


Mas vamos parar de falar de carnaval porque esse não é o objetivo principal desse post (quem sabe de um futuro). Esse é para explicar/falar/reclamar/opinar sobre as coisas e também para comunicar minha decisão de agora dividir (ou seja postar aqui) mais vezes essas opiniões descentralizadas, que não teria um post próprio sozinhas. E o primeiro assunto que gostaria de abordar são as postagens do Blog como um todo (irônico não ?). Pois bem vamos começar com a freqüência das postagens, geralmente postamos duas vezes ao dia e sempre com assuntos do momento,novidades e....


Temos Vagas (Vacancy)



Gênero: suspense, terror

Ano de lançamento: 2007

Diretor: Nimród Antal

Roteiro: Mark L. Smith

Elenco: Kate Beckinsale (Amy Fox), Luke Wilson (David Fox), Frank Whaley (Mason), Ethan Embry (Mechanic)

Sinopse: David (Luke Wilson) e Amy (Kate Beckinsale) estão prestes a se separar e vivem brigando. Eles estão em meio a uma viagem, numa estrada deserta e escura, até que são obrigados a passar a noite num motel de beira de estrada. O gerente do local é Mason (Frank Whaley), um homem estranho mas aparentemente inofensivo. Após se alojarem no quarto, David e Amy encontram em um esconderijo uma coleção de filmes caseiros, que têm muito sangue e são bem realistas. Até que percebem que estão alojados no mesmo quarto onde os vídeos foram filmados e que são as próximas vítimas do cineasta.

- Descobri esse filme por acaso na tv, faltando apenas alguns minutos para começar e o que me motivou a vê-lo foi o elenco e como resultado...

A estória é boa mas nada muito complexo ou difícil de se entender depois do início. Conta com um roteiro cheio de brigas entre o casal e sustos quando começa a "movimentação" do filme porém a estória é meio bizarra (um cara que mata seus hóspedes para filmar e vender as fitas gravadas), por causa disso não digo que é perfeita a ponto de agradar a todos, até mesmo porque se pensar bem não tem muito sentido. Uma coisa interessante é que mostra que para um filme ser bom não precisa ficar usando um bando de mulheres fazendo sexo ou correndo nuas do matador só para atrair o público masculino (e quem sabe também o feminino ahuhauhua), esse foge completamente do quesito pornografia e consegue ser superior a muitos outros do tipo. Tendo um foco não este tipo de público mas sim os que curtem o bom e velho estilo clássico.

O que se percebe logo depois que o casal vai parar no motel, é que o protagonista David não é ingênuo e burro para cair em qualquer armadilha dos assassinos. Sempre estando atento para qualquer forma deles tentarem matá-los, com isso se é feito um jogo de possibilidade de formas de fuga. Mas em certos pontos chega ser óbvio que o ator vai fazer isso ou aquilo, ou então o cara é o "sabe-tudo" porque sempre vai para os lugares certos e na hora certa. Isso corta um pouco as cenas de suspense pois são bem perceptíveis os próximos movimentos que ele fará ou irão acontecer. Contudo não é nada que chegue esrtragar a trama.

Com relação ao terror e suspense, se você já está acostumado assistir esses gêneros de filme, não irá notar muita diferença ou algo de inovador. Tendo que o filme motiva mais o medo do que qualquer outra coisa. As cenas de mortes também não são nada estilo Jogos Mortais, com sangue e tripas para todo lado, fazem uso bem modesto e equilibrado das formas como as pessoas morrem, não contendo nenhuma cena muito forte, o que é provável que faça mulheres quererem assistí-lo.

Acabou sendo um filme acima da média para o gênero e que deve ser lembrado para possíveis escolhas quando for assistir algo.

  • Prós: Tudo acima e mais.
  • Contras: Final tradicional.
  • Onde assistir: tv ou dvd.
  • Avaliação: boneco avaliação

Possuídos (Bug)


Gênero: drama, terror

Ano de lançamento: 2006

Diretor: William Friedkin

Roteiro: Tracy Letts

Elenco: Ashley Judd (Agnes White), Michael Shannon (Peter Evans), Harry Connick Jr. (Jerry Goss), Lynn Collins (R.C.), Brían F. O'Byrne (Dr. Sweet)

Sinopse: Peter (Michael Shannon), veterano de guerra paranóico, começa a achar que há insetos debaixo de sua pele. Aos poucos, sua paranóia é transferida para Agnes (Ashley Judd), mulher solitária que ele acaba de conhecer.

- Já não curto muito a atriz Ashley Judd, mas decidir inovar um pouco vendo algo inédito dela pra mim e dando uma chance para o seu trabalho, mas sinceramente me arrependi e muito depois.

A estória é apenas o que conta na sinopse, não acrescenta nada de especial que seja relevante, ficando apenas nisso o filme inteiro. Esperava que ao longo do filme fosse acrescentando algo realmente interessante no conto, com relação a paranóia de Peter ou até mesmo uma conspiração do Governo com cobáias de testes experimentais (como é citado em algumas cenas) porém acaba tudo retido apenas nas cenas de loucuras de Peter atrás dos insetos. Fazendo essa busca pelos tais insetos praticamente o filme quase todo e sem o menor sentido.

As atuações ficaram boas, Ashley Judd consegue representar bem seu papel de uma mulher sozinha e insatisfeita com a vida e Michael Shannon com a sua personagem doido das idéias, dando bastante ênfase para os insetos.

Cenários, ô coisa boa de falar (estou sendo sarcástico). O super cenário conta apenas com um local, ou melhor, um quarto de Motel em que a protagonista vive. Que por sinal a minha cozinha deve ser maior que aquilo lá. Tudo bem que variedades de cenários não são a chave para um filme ser bom, mas o filme já tem uma séria deficiência na estória e ainda querem poupar também nisso, ai ferrou de vez.
Nisso usam a loucura do Peter para tentar justificar o porque apenas tudo acontece neste lugar, "ele é um perseguido que não pode ficar exposto em público senão "alguém" vem capturá-lo", até ai da para se entender. Mas e por exemplo na parte em que ele saí para comprar comida, porque não amostra isso?!?, entre muitos outros. Então isso também não foi desculpa para as filmagens serem feitas somente neste quarto.

Estando relacionado com o cenário, vem a fotográfia. Na parte final do filme, de quem foi a maldita idéia de "embrulhar" um quarto todinho em papel alumínio, é sério, tudo que existe no quarto está sobreposto em papel alumínio. O gênio que fez isso não sabia o quanto conseguiu finalizar o filme com um tom pior do que já tava. Também só assim mesmo pro filme conseguir se encaixar no quesito terror (sendo sarcástico de novo).

Como conclusão é um filme que tenta economizar elementos e pouco criativo, sendo um dos piores que já vi.

PS: novamente outra excelente tradução do título original.
  • Prós: Atuação.
  • Contras: Tudo acima e mais.
  • Onde assistir: tv ou dvd.
  • Avaliação: boneco avaliação

Os Coletores (Repo Men)



Gênero: ação, ficção

Ano de lançamento: 2010

Diretor: Miguel Sapochnik

Roteiro: Eric Garcia, Garrett Lerner

Elenco: Jude Law (Remy), Forest Whitaker (Jake), Alice Braga (Beth), Liev Schreiber (Frank)

Sinopse: Em um futuro próximo a sociedade utiliza com frequência os serviços da empresa The Union, que fornece sofisticados e caros órgãos mecânicos para seres humanos. Caso o comprador não honre a dívida, a empresa envia em seu encalço os coletores, que têm por função recolher o órgão vendido, seja ele qual for. Remy (Jude Law) é um dos melhores coletores na ativa, até sofrer um ataque cardíaco ao realizar um serviço. Ele é submetido a uma cirurgia, onde lhe é transplantado um dos corações fabricados pela The Union. Só que, em consequência do ocorrido, Remy não pode mais continuar exercendo seu trabalho. Sem ter como pagar a dívida, ele se une ao colega Jake (Forest Whitaker) para escapar da perseguição da empresa onde trabalhou.

- Um filme que foi bastante criticado pelo público mas descordo...

Ele apresenta uma estória até que diferente e boa. Da para se sacar logo no início qual é a função dos "coletores" com uma explicação bem banal do Remy (Jude Law), fazendo comparações que se você não pagar por algo, vem alguém e toma ele de você e isso é o que acontece no filme todo, caso atrase o pagamento do equipamento que foi implatado, o coletor tem o direito de retomá-lo para a companhia. Porém a forma como é retirado o mesmo (chega o cara, te apaga, "rouba" o orgão e tu fica largadam la no chão sangrando), acaba que sempre o indivíduo vai ficar a beira da morte (e morrer em seguida consequentemente, pois esta faltando um orgão), existe 2 assuntos que tenho que realçar sobre isso.

1º seria sobre as cenas de sangue e mais sangue para todo lado na hora de remoção do orgão artificial, se você é uma pessoa que não gosta deste tipo de cena, corra então deste filme, 2º é sobre a questão dos direitos do ser humano, quando que um governo (americano) iria permitir que se fosse tirado um membro seu e você ficasse para morrer nos minutos seguintes, não tem mesmo como engolir esta que o governo, polícia e autoridades em geral não fariam nada contra isso ou muito menos não interfeririam. Na minha opinião deveria ter sido abordado essa questão também para o filme ficar mais democrático e tal, não apenas com cenas de banhos de sangue.

O elenco conta com atores bem famosos e consagrados como Forest Whitaker (esse arrebenta e muito), Jude Law e a brasileira Alice Braga. Todos fizeram muito bem seus papeis e não vejo do que reclamar.

Acrescento falando que o final do filme foi o que mais desagradou a maioria das pessoas, novamente por 2 motivos: 1º seria o casal (Remy e Beth) fazerem do final um Street Fighter porque rola porrada para todo lado sendo muito sem noção (mas da para entender na última cena porque isso aconteceu) e 2º é realmente como acaba o filme, muitos não entendem (não vou contar é claro) e outros não gostaram dele porque são muito tradicionalistas, gostando de um final feliz para todos.

Concluo dizendo: se está à procura de algo nada comum, com um final inesperado e nada monótono. Então assista-o.

PS: foi adaptado do livro de Eric Garcia (The Repossession Mambo) mas não posso fazer comparações com a obra pois desconheço-a.

  • Prós: Ótima estória e boas cenas de ação.
  • Contras: Abordar outros assuntos com relação estória.
  • Avaliação: boneco avaliação

Os Vampiros que se Mordam (Vampires Suck)



Gênero: Comédia

Ano de lançamento: 2010

Direção: Jason Friedberg & Aaron Seltzer

Roteiro: Jason Friedberg & Aaron Seltzer

Elenco: Matt Lanter (Edward), Jenn Proske (Becca), Bradley Dodds (Salvatore), Chris Riggi (Jacob), Charlie Weber (Jack), Anneliese van der Pol (Jennifer), Ken Jeong (Daro), Diedrich Bader (Frank), Stephanie Fischer (Rosalyn).

Sinopse: É uma sátira direta aos dois primeiros filmes da saga "Crepúsculo" com umas coisinhas a mais.

- Enquanto fãs de crepúsculo esperavam ansiosamente a continuação da saga nos cinemas, aqueles que a ridicularizam também aguardavam por um filme que viesse a fazer o mesmo. Afinal com tantas maneiras diferentes de fazer isso (muitas delas fornecidas pelo próprio filme e livro) não demoraria muito tempo para que o primeiro surgi-se. Certo ? Errado. A demora foi grande se comparado a outras sátiras, mas finalmente foi feito. Vampires Suck (ou os vampiros que se mordam) da mesma dupla de diretores e roteiristas responsáveis pela  famosa saga de filmes "Todo mundo em pânico" e outros do mesmo gênero como Espartalhões e Deu a louca em Hollywood,  teve sua estreia ha aproximadamente dois meses nos Eua e no inicio do mês passado no Brasil. Estava meio que relutante em assisti-lo ( suspeitas sobre a qualidade) e por isso não o coloquei na lista de prioridades,  foi só a algumas semanas que assisti. Segue minha analise: Uma das coisas que fiquei feliz em descobrir logo no começo é que ele não limita sua sátira aos filmes da saga crepúsculo ( não entendam de forma errada, o filme / livro tem muito a ser sacaneado mas ficaria maçante se foca-se apenas nisso) dando leves alfinetadas em outros filmes e séries como Alice no pais das maravilhas, Buffy, a caça vampiros, True Blood, Vampire Diaries, America Idol, Desesperate Housewifes, Gossip Girl e ate em algumas personalidades atuais como Lady Gaga e Tiger Woods o que resulta em uma variação divertida. Como ja se esperava ( em parte pelo humor atual e pela direção) o filme tem muitas piadas obvias, mas tal a minha surpresa quando percebi a existência de algumas inteligentes. Os efeitos especiais, apesar de serem feitos intencionalmente para ter um resultado tosco, superam os da saga crepúsculo (infelizmente isso não é uma piada) e fazem bem o seu papel. A trilha sonora ganha destaque ao ironizar  musicas tipicamente adolescente (como as da cantora Taylor Swift). As atuações são em geral medianas tirando os três principais: Matt Lanter e Chris Riggi tem destaque por, na maior parte do tempo, ficarem bem semelhantes aos personagens originais, já Jenn Proske impressionou ao conseguir captar a essência da atuação de Kristen Stewart no papel original (deixando mais do que em evidencia todas as manias da atriz), além de ficar semelhante a personagem  no proprio livro, rendendo boas risadas. Em conclusão Vampires Suck é bem o que eu esperava um filme mediano que apesar de não ser de todo ruim, infelizmente não correspondeu a expectativa que criou.

 PS: Vale ressaltar que na minha pesquisa pela net descobri que esse filme agradou alguns fãs do filme original, o que é um tanto surpreendente.

  • Pros: Rende algumas risadas boas.
  • Contras: Humor batido e pode ficar chato com o passar do tempo.
  • Onde Assistir: Pode esperar sair em Dvd ou baixar aqui.
  • Avaliação:boneco avaliação

    Zona Verde (Green Zone)


    Gênero: guerra, drama, ação

    Ano de lançamento: 2010

    Diretor: Paul Greengrass

    Roteiro: Brian Helgeland, Rajiv Chandrasekaran (livro)

    Elenco: Matt Damon (Miller), Greg Kinnear (Clark Poundstone), Khalid Abdalla (Freddy), Yigal Naor (General Al Rawi), Amy Ryan (Lawrie Dayne), Brendan Gleeson (Martin Brown)

    Sinopse: Bagdá, 2003. Roy Miller (Matt Damon) lidera uma equipe, a serviço da inteligência do exército, em busca de armas de destruição em massa no Iraque. Depois de algumas tentativas frustradas, o militar se vê diante de um cenário caótico entre seus compatriotas, o que o deixa dividido entre aplacar o anseio do governo de encontrar algo que justificasse a invasão ou descobrir a verdade dos fatos.

    - Mais outro filme de tema bastante conhecido, a guerra que acontece no Iraque mas abordado de uma forma bem diferente do convencional...

    Muitas pessoas erroneamente vão achando so porque tem o Matt Damon e o mesmo diretor de 2 filmes da saga Bourne, logo o filme tem que ser idêntico a este com tiro, porrada, espionagem e outros elementos. Se pensar desta forma, passe longe então do filme porque a coisa é bem diferente neste.

    Como eu disse acima o tema é bem popular porém produzido não apenas na forma de visão dos americanos, o desenrolar da trama fica bem perceptível que também era importante expor a visão dos iraquianos sobre o assunto. Com isso se faz uma brilhante reflexão na questão quem esta certo no controle do Iraque, os EUA ou o próprio país deve tomar suas decições sem intervenção externa (não vou opinar sobre quem ta certo/errado porque senão fujo do assunto). O filme inteiro bate nessa tecla, mas citando ambos lados com o passar do tempo, gerando ai uma boa parte das cenas apenas em conversas.
    Me chamou bastante atenção a excelente atuação do Khalid Abdalla (deve lembrar dele do O Caçador de Pipas), ele consegue em determinados momentos expressar emoções quanto a fixação de tropas americanas lá no Iraque, o que isso acarretou para suas vidas, porque ou não devem apoiar os extrangeiros que supostamente estam melhorando o país mas de uma forma que quem assiste fica realmente embalado com a situação. Fazendo você pensar não apenas em modificar a área política mas sim de quem vive com os transtornos encontrados nele de forma geral.
    As cenas de ação não predominam no filme mas mesmo assim se da para tirar umas boas lutas corpo a corpo e com armas de fogo, mas lembrando novamente que isso não é nenhum Bourne, principalmente porque o personagem de Matt Damon sempre apanha mais nas cenas de luta e não faz quase nada quanto a isso. O trailer é puro clichê nesse quesito.
    Como tudo não é uma maravilha, vou ressaltar alguns problemas que tem no filme. Vou começar pela câmera, principalmente nas cenas de tiro onde se tem correria não fica bem nítido a imagem devido a ficar muito estremecido a mesma. Prejudicando assim em alguns momentos saber o que esta acontecendo durante a ação, ainda mais quando se esta de noite.
    Outro problema ainda pior é quase na parte final do filme, onde por exemplo se tem 8 pessoas enfrentando os inimigos, nisso tem tiros para todo lado, 1 é atingido (sobra 7 logicamente) mas na cena seguinte só continua 1 pessoa prosseguindo na batalha e que por sinal sempre é o protagonista ou co-protagonista, ai vem a pergunta: o que aconteceu com o resto da tropa?!?, ate hoje não sei e nunca vou saber, isso acontece umas 2 ou 3 vezes.
    Fazendo uma avaliação final, concerteza é um bom filme, contando fatos que aconteceram/acontece ainda, mas que talvez não agrade a muitos por falta de mais cenas de guerra e ação.

    • Prós: excelente história.
    • Contras: duração do filme que devia ser maior.
    • Avaliação: boneco avaliação