A Saga da GVT RJ
Não é recente a minha admiração pela GVT, só as avaliações positivas vindas de outros estados de que ela realmente atende os clientes, presta um serviço rápido e confiável de internet me fez desejar que ela fosse implementada no RJ, onde a única opção "confiável" até então era a Velox ( da qual sou assinante e por experiência própria sei que faz exatamente o contrário, ou seja, a melhor das piores) então foi com alegria que no ano passado recebi a notícia que ela viria para o RJ e mais tarde no final do ano de que a rede ja estava sendo testada. Mas como sei que tem um grande espaço de tempo entre os testes e a real implementação decidi esperar sentado e larguei de mão, nesse meio tempo só vi algumas noticias esporádicas que chegaram a mim por acaso e mais nada. No inicio desse ano porem a enorme campanha publicitária feita pela empresa me chamou atenção, a relação velocidade e preço estavam muito além de qualquer comparação com a Velox. Apesar disso resolvi esperar, porque ? Tenho uma filosofia que aprendi depois de muito apanhar para produtos e serviço com fama de inovadores e eficientes que diz: Nunca é bom comprar um produto ou adquirir um serviço considerado novo, sempre é bom dar um tempinho para esperar avaliações e analises do mesmo. E era isso que ia fazer, planejava assinar a GVT só depois de alguns meses quando tivesse uma boa ideia da qualidade do serviço e se era mesmo tudo que prometia (a empresa tem boa fama, mas vai saber né ?). E esse era o plano, mas não contava com uma coisa, meu pai. Para ele os preços chamaram bastante atenção e para resumir uma historia longa mesmo após as minhas recomendações e alertas ele mandou a prudência as favas e adquiriu o serviço. Nisso ja eram meados do carnaval e o representante veio aqui para a assinatura do contrato, ele detalhou o procedimento dizendo que receberíamos um modem complementar pela velocidade adquirida 15 MB, detalhando também o esquema da portabilidade e que era improvável que os técnicos viessem aqui antes do fim do carnaval (isso já é rotina no Rio então nada de mais).
15/03/11 - Equipe da GVT já estava aqui, a instalação foi tranquila, tirando algumas gambiarras utilizadas para "camuflar" os cabos na parte de fora da casa a equipe que veio aqui composta por 2 técnicos soube fazer um ótimo serviço (só não posso dizer discreto porque foi feito um alarde) deixou tudo funcionando prontamente, incluindo o telefone que ninguém esperava (pela demora esperada no esquema de portabilidade).
Wallpaper Devil May Cry 4
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Rafael
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KMPlayer: perfeição, problemas e seus derivados
Até pouco tempo atrás usava o programa KMPlayer tanto para escutar música e assistir vídeos no PC, e que por sinal já vinha fazendo seu trabalho aqui a mais de 3 anos sempre em perfeitas condições. Em determinado dia do mês passado por culpa do MV RegClean 6.0 ele do nada apagou arquivos que para o programa funcionar eram indispensáveis, o mais curioso é que isso aconteceu do nada, nada mesmo.
Passo o RegClean 1, 2 vezes por semana no PC à anos para livrar do arquivos inúteis que ficam nele porém dessa vez ele misteriosamente detectou e deletou arquivos funcionais do próprio KMP (tudo bem que em parte foi culpa minha por não ter reparado e desmarcado opção pra não excluir arquivos dele mas pensa comigo: mais de 5 mil registros pra deletar, vou fica olhando um por um, não tem menor cabimento, sem mencionar que uso ele a uns 4 anos e sempre foi "correto" nas ações de exclusão). O pior foi que isso simplesmente aconteceu e eu não tinha e nem tenho explicações exatas ainda por qual motivo deu uma "louca" no RC (apenas uma teoria que culpa é do SP1 do Win7 que futucou algo referente ao RC assim alterando ele) mas voltando assunto... depois disso o programa apresentava erros variados, desde o display do KMP ficar totalmente preto, não ter áudio/vídeo para determinados arquivos ou então aparecer mensagem de erro dizendo que faltava algo.
Ideia de qualquer um é desinstalar e reinstalar ele, legal, fiz isso mas quem disse que teve alguma mudança, mesmos problemas acima continuaram. Nisso resolvi pega mais pesado e fiz uma limpeza de todos os arquivos restantes (saves) e rastros deixados pelo KMP no sistema (o que levou um pouco de tempo) visando instalar logo ele em seguida. Novamente mesmo feito tudo isso, PC 100% limpo de qualquer informação do KMP e não queria funcionar. Só restava procurar relatos então na internet sobre alguém com uma solução para o problema. Despois de fazer várias pesquisas só achei uns poucos brasileiros que relataram problema e vários outros americanos (no próprio forum oficial do programa), resultado final da busca incansável: apenas um conseguiu resolver fazendo o que fiz acima só que através do modo seguro do Win7 ( testei e não tive sucesso). Nem o pessoal responsável do forum oficial descobriram exatamente qual era o motivo para ocorrer este sério problema. Fora este indivíduo todos os outros não puderam usar mais seu Player (que também só acontecia no Win7 pelo que li).
Única solução e sendo mais brusca era formatar PC e depois de zerado repor ele pra funcionar ou então passar para outro Player. A principio ia formatar mesmo mas devido a quantidade de arquivos, transferência, organização, etc... acabou ficando inviavel por enquanto. Logo fui em busca de algum Player que seguisse as mesmas características e funções do KMPlayer. Abaixo vou por alguns fazendo uma breve análise deles (e também meras comparações com KMP):
PS: testei muitos outros mas esses foram os que realmente funcionaram digamos dentro do padrão necessário.
Silent Hill: Shattered Memories (PS2)
Gênero: terror, suspense, survivor
Ano de lançamento: 2010
Desenvolvedor: Climax Studios
Destruibuidor: Konami
Descrição: Silent Hill: Shattered Memories é uma recriação do primeiro game da franquia homônima, que estreou no saudoso PlayStation. A história é praticamente a mesma, mas vista sob uma perspectiva distinta.
O jogador assume novamente o papel de Harry Mason, um cidadão que chega à Silent Hill para procurar por Cheryl, sua filha adotiva. Alguns elementos familiares da versão original estarão presentes, mas com um visual distorcido. Além disso, os personagens agora terão papeis diferentes e os eventos não ocorrem da mesma maneira.
- É incrivel como eles conseguem dizer que vão apenas "atualizar" o 1º game da franquia para os consoles mais modernos mas no final recriam a série de outra forma totalmente diferente...
Logo nos primeiros minutos jogados, você ja nota que está numa sala junto com um psiquiatra e que este de alguma forma irá influenciar o decorrer do game junto com os questionarios e soluções de problemas que lhe são passado, podendo assim alterar o que as pessoas vestem, suas características físicas, forma de te tratar e até mesmo o final do jogo. Nisso você ja pensa, "onde diabos tinha isso no outro SH". Ficou extremamente bom esse novo personagem incrementado na estória mas até que certo ponto também sofreriam outras mudanças tão bruscas?!?
No início, depois que Harry bate com o carro e vai procurar sua filha em Silent Hill acaba por completo a estória, daí em diante ja não tem quase semelhança nenhuma com 1º game e da início a outro estilo para a série totalmente remodelado e não sendo nada parecido com o original (não vou aprofundar na estória porque senão perde a graça mas resumo em apenas uma palavra: magnífica).
Na hora que se é confrontado com os inimigos você deve imaginar: é só pegar um taco ou uma pistola e sair matando geral. Ha-ha!!!, não tem nada disso aqui, sua única forma tanto ofensiva como defensiva é sair correndo em disparada até onde se é designado como ponto seguro podendo no máximo jogar coisas no chão para retardar eles (por exemplo armários), se esconder em algum lugar mas que acaba sendo inútil porque sempre vem muitos deles e sua fuga vai ser vista a qualquer instante ou apenas deixa-los norteados com a luz de um sinalizador fazendo assim eles não chegarem próximo de você.
Mas de qualquer jeito no fim sempre terá um bando de criaturas te persseguindo para onde você for e sua única alternativa de sobrevivência é correr ainda mais.
A questão mapa agora. Quando você ta correndo não tem praticamente nenhum jeito de saber pra onde esta indo, porque o mapa se limita apenas de mostrar a visão de cima da construção como um todo, ou seja, você não verá salas, corredores, enfim, qualquer detalhe sobre o local, somente a estrutura inteira dele. Sendo assim lhe resta apenas a sorte e agilidade com o controle.
Outro ponto negativo é os caminhos que sempre lhe são obrigados a seguir quando está em SH normal, sempre sendo uma única rota ao seu objetivo não tendo como desviar disso ou daquilo, isso só modifica quando se esta sendo perseguido pelos monstros e como consequência surgem mais 2 ou 3 caminhos para tomar como fuga e que pode também ter sérios problemas pelo motivo acima.
Pra quem curtia os consagrados Cabeça de Pirâmide, Enfermeiras, Cães Mutantes, entre outros, sem dúvida irá se depecpionar, pois não se tem nenhum monstro de qualquer franquia anterior neste, conta com apenas 2 novos modelos de criaturas como se fossem humanos, desanimadores pois suas caracteristicas são ficar cambaleando pelo mapa enquanto não te vê ou quando te vê tem por missão sair correndo atrás de você e tentar de jogar no chão, sendo que eles não fazem isso pra te cortar em pedaços depois ou algo sanguinario do tipo, eles ficam apenas te apreciando quando tu ta caido lá, passando a mão pela sua cabeça por exemplo (sim, é tosco mesmo!).
Mesmo ofuscado por esses problemas ele também tem seus pontos possitivos, primeiro deles é manter seus enigmas de sempre encontrado em qualquer jogo da franquia para pode passar de determinada parte, tendo assim que decifrar algum quebra-cabeças ou achar algo (porém nada muito desafiador).
Seu ótimo controle para movimentação da personagem, ficando bem mais real e intuitivo, favorecendo bastante sua relação com o ambiente e objetos (dizem que versão de Wii ficou mais excepcional ainda).
Trilha sonora não teria nada além do tradicional com sua suas músicas instrumentais, que dependendo do cenário e nível de terror elas podem se tornar cada vez mais "pesadas" tentando desenvolver ainda mais o medo no jogador.
A excelente dublagem que foi feita, as falas se encaixam muito bem com a movimentação das personagens e nunca se esquecendo de manter o clima do ambiente para influenciar nos tons da fala.
Com a chegada da tecnologia, os games se tornam obrigados a terem que seguir a tendência, com isso você tem como principal acessório um telefone celular touch screen, que conta com uma câmera embutida e servindo para tirar fotos e até achar mistérios escondidos (parece até Fatal Frame), lista de telefone de todas as pessoas com quais teve contanto no game podendo ligar para elas a qualquer instante, GPS (mapa), mensagens de texto que lhe são enviadas, estatísticas, entre outros. Tudo sempre ligado para te auxiliar de acordo com os acontecimentos que tem dentro do game. Mas limitada em algumas opções, exemplo claro é as mensagens de texto, não tem como tu responder nenhuma.
Graficamente também esta bom e superior para a média do PS2, o maior problema foi a falta de nitidez para enxergar as mensagens de texto no celular, ler capas de livros e visualizar posters/cartazes nas paredes pois elas não ficam com a mesma qualidade gráfica do resto do ambiente, deixando elas meio embaçadas. No celular era bem modesta a solução do problema, adicionando a função de ampliar a imagem do visor do celular e com isso seria bem fácil ler o texto, algo ridículo mas que acabou sendo deixado de lado e que prejudica bastante no game (principalmente quando quer acompanhar a estória). Ficou bom também o efeito que a luz da lanterna causa no ambiente, iluminando de acordo com a profundidade do local ou se tem algo na frente da luz atrapalhando mas tudo ficando igual a realidade. A intenção de passar um terror psicologico através deste item da lanterna conseguiu ser muito bem captado pela equipe de desenvolvimento.
Silent Hill Shattered Memories não chega a ser um game longo, fechei em aproximadamente 10h mas isso também visualizando todos os cenários até os minimos detalhes, tentando recolher itens escondidos e ligando para todos os telefones que eram exibidos no decorrer dele. Para quem está querendo dá uma curtida rápida não terá problemas em fechar o game em torno de 6h. Mas lembrando que se você jogar depois o game de novo, terá uma grande possibilidade dele não ser igual aos fatos do gameplay anterior, devido ao que foi dito no início do post, além do que você da ênfase de visualizar quando está em SH, gerando assim muito mais horas de game.
Como resultado... se você é um fã de carteirinha da série existe grandes chances de não gostar deste jogo. Já para os outros jogadores mais casuais devem gostar do novo estilo survivor.
- Prós: gráfico, dublagem, estória e cenários.
- Contras: IA fraca, poucos modelos de inimigos e limitação do inventário.
- Avaliação:
Detonado - Missões de Escolha - Grand Theft Auto IV (GTA IV) - Xbox 360 / PS3 / PC
Pra quem joga GTA 4 sabe muito bem que em alguns momentos nos deparamos em termos que fazer alguma escolha entre matar/ajudar a pessoa Y ou X. Na dica abaixo vem com uma descrição do que acontece e qual recompensa tu ganha quando segue cada caminho. (Contém spoiler também).
Missão: Ivan the Not So Terrible
Opções: Ivan vive ou morre?
Ivan Vive: A Missão termina e após a missão "Actions speak louder than world", um personagem aleatório (Random Character) aparece para que Niko realize missões.
Ivan Morre: A Missão termina.
Rule of Rose (PS2)
Gênero: Survivor Horror
Ano: 2006
Desenvolvedora: Punchline
O enredo se passa na inglaterra dos anos 30, Jennifer, uma garota órfã, esta sentada na janela de um ônibus entretida em seus próprios pensamentos enquanto um garoto alguns bancos a frente lê em voz alta o que parece ser um livro infantil, de repente esse surge ao lado dela e lhe pede para continuar a leitura, Jennifer vê que o livro esta em branco e quando tenta pedir uma explicação o ônibus subitamente pára e o garoto desce correndo, afim de devolver o livro ela vai atrás dele mas o garoto some na escuridão.Quando ela tenta voltar o ônibus parte, sozinha em um lugar estranho, ela não tem escolha a não ser seguir os passos do misterioso garoto.
- Gostaria de começar explicando algumas coisas. Joguei Rule of Rose já a algum tempo e foi só recentemente que decidi fazer uma analise dele (agradeçam ao top 15 dos melhores e piores filmes de terror por isso XP), então para lembrar e ajudar um pouco fiz a boa e velha pesquisa pré postagem. Dentre as coisas que me chamaram atenção nessa pesquisa, a principal foi que a dificuldade de analisa-lo não era só minha, desde o seu lançamento ele tem sido uma espécie de " Ame-o ou Deixe-o", dividido opiniões entre os jogadores. Alguns acham que é um dos melhores jogos de survival horror já visto e não cansam de jogar e discutir inúmeras vezes enquanto outros simplesmente abandonaram nas primeiras horas de jogo (Ambos tem certa razão para reagir desse modo). Sendo assim, a maneira que escolhi para começar foi contar um pouco mais de como descobri esse jogo e depois partir para a analise. A minha descoberta na verdade segue o modelo de algumas outras coisas que postei, nunca tinha visto, lido ou se quer sabia da existência desse jogo, ele veio por recomendação, como bônus em uma antiga promoção e quando tive ele em mãos depois de um rápido teste ignorei por um tempo por não ser bem o que eu esperava de um jogo do gênero, ate que um dia tomei coragem para jogar. Então sem mais delongas, vamos a analise: Começarei pelas qualidades. Duas delas trabalham em conjunto e trazem uma excelência ao faze-lo que de maneira nenhuma podem ser analisadas separadamente, o gráfico e a trilha sonora. A primeira apesar de alguns glitchs é responsável por uma das melhores uniões de aspectos sombrios dos ambientes e detalhes dos objetos vista em jogos do gênero, a segunda é composta apenas por musicas instrumentais clássicas que postas no momento certo aumentam e muito a atmosfera de suspense. Outro destaque vai para câmera que apesar de não trazer nenhuma inovação, segue o estilo dos principais jogos do gênero mantendo a qualidade. Mas o melhor é sem duvida a historia, que segue a linha do terror psicológico de Silent Hill (e chega a rivalizar com ele nesse quesito). Ela prende o jogador ate o fim e tem uma das melhores tramas que já vi, mas em compensação exige bastante atenção, devido a sua complexidade e a cada pequeno detalhe ser crucial para o entendimento (seja ele um pedaço de papel achado no chão ou uma cutscene inteira) e mesmo assim ja que a historia segue o estilo "tire suas próprias conclusões" você vai terminar sem entender alguns pontos (experiência própria).
Se o post acabasse aqui esse seria um dos melhores jogos do gênero, mas infelizmente não é o caso, ainda falta falar dos problemas, então vamos a eles: A jogabilidade é o principal. Começando pela própria Jennifer e sua limitações, não estou falando da maior parte do jogo quando as suas únicas tarefas são explorar o mapa, coletar itens e resolver enigmas, nessa parte ela se sai muito bem (claro que com a ajuda de Brow). Estou me referindo ao combate como um todo, vejam bem não esperava que ela fosse nenhuma Jill Valentine ou Heather Mason (duas de minhas favoritas). Mas também não esperava estar diante da mais frágil protagonista de todos os tempos, ela não tem nenhuma habilidade para combate (quando digo nenhuma é nenhuma mesmo), te obrigando a fugir dos inimigos quando é possível e dar um jeito de enfrenta-los quando é necessário, a coisa só melhora quando se pega novas armas, mesmo que o jogo só possua armas brancas e te obrigue a lutar a curta distancia: (a única arma de fogo que você pega além de ter só uma bala esta atrelada a historia) Elas se dividem entre armas de curto alcance (picador de gelo,faca e etc) e alcance mediano (machado e espada) sendo essas ultimas as melhores. Em conclusão se você for daqueles que curte um enredo bem desenvolvido a ponto de ignorar a jogabilidade falha, esse eu recomendo.
- Prós: Historia, gráfico e trilha sonora acima da media.
- Contras: Se a historia não te fascinar a jogabilidade te fará parar de jogar em pouco tempo.
Séries de Cómedia que fizeram/fazem diferença
Aqui vai uma lista de séries de comédia que na minha opinião marcaram e ainda marcam épocas, gerações e que continuam vivas até hoje...
PS: Não irá ter desenhos no meio
Família Dinossauro (Dinosaurs)
Todos devem ser lembrar daquelas velhas e emblemáticas frases que o Baby sempre dizia "Não é a mamãe!" e o Dino com "Querida, cheguei!". Família Dinossauro mesmo sendo uma série com destaque para o público infantil por causa de suas fantasias, ambientes e sátiras, conseguiu agradar também os mais velhos devido a abranger temas sobre a população de classe média, com situações sobre seus trabalhos, estudos e dia a dia mas nunca perdendo o seu senso de humor. Mesmo tendo um encerramento da série com um final bem trágico (lógico que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde) não nos faz esquecer quanta diversão nos foi proporcionado com eles.
PS: A voz de Dino na versão dublada é bem semelhante da versão em inglês (original), excelente trabalho de quem fez essa seleção.
Considero uma das séries mais importantes feitas até hoje, não apenas devido as milhares de cenas de comédia mas também como uma reflexão de como era a época nos EUA, o quanto era difícil para as pessoas negras conseguirem espaço entre os brancos. Sem mencionar que foi através dela que surgiu uma das maiores estrelas atuais, Will Smith. Foi bem merecido os seus inúmeros prêmios que ganhou enquanto foi exibida, e o mais importante, em praticamente toda cena tinha algum humor, mostrando que para se fazer sucesso não era preciso apelar para palavrões ou pornografia.
PS: Mais outra grande tradução do título para Pt-Br ahhuahuauha.
Canal Brasil reapresenta série sobre Quadrinhos
Acabei ficando sem internet e era para postar isso antes... É um ótimo programa e que vale a pena assistir para quem gosta do gênero... (Ctrl + C e Ctrl + V do site Zine Brasil)
A partir de quarta-feira (8), o Canal Brasil começa a reapresentar a série “Quadrinhos”, que aborda todo o universo da chamada arte sequencial. O diretor Eduardo Calvet explicou que seus cinco documentários, exibidos pela primeira vez em 2008, mostram o início das HQs brasileiras, ainda no século XIX com o ilustrador Ângelo Agostini, até a atualidade, quando há brasileiros desenhando em revistas famosas nos EUA.
“Do Tico-tico ao Pasquim, do Calafrio ao Menino Maluquinho, do Suplemento Juvenil à Ebal, diversos momentos da história da nona arte brasileira são contados por desenhistas, jornalistas, roteiristas, editores, pesquisadores e críticos de quadrinhos”, explicou Calvet.
São entrevistadas personalidades dos quadrinhos como Ziraldo, Mauricio de Sousa, Angeli, Paulo Caruso, Ivan Reis, Lourenço Mutarelli, Ivan Cardoso, Moacy Cirne, Sidney Gusman, Marcelo Campos, entre outros.
São cinco documentários que passarão todas as quartas-feiras, às 21h. A reprise é no sábado às 11h30.